sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
Arvores do Adro têm 100 anos
Guarda, Trancoso, Terrenho, Adro da Igreja de Terrenho:
Tília-prateada, P 2,6m ,h 16m, 100 anos
Tilia tomentosa moenchen L: N 40º51´59´´ - W 7º 21´23´´
Guarda, Trancoso, Terrenho, Adro da Igreja de Terrenho:
Plátano P 3m, h 19m, 100 anos
Platanus orientalis L:N 40º51´59´´ - W 7º 21´23´´
Guarda, Trancoso, Terrenho, Quinta da Cerca
Buxo ( 700 exemplares) P 60 cm, h 12m, 400 anos
Buxus sempervirens L: N 40º 52´6´´ - W 7º 21´16´´
Fonte:
http://venerablesarboles.blogspot.com/2009/07/arvores-monumentais-de-guarda-portugal.html
Elas eram 5 por volta dos anos 50, mas o Plátano e a Tília são os únicos que restam.
Havia também a Faia que morreu de velha, ainda não há muito tempo.
Havia outra árvore em frente a porta travessa da igreja, uma cerejeira, outra quando se sobem as escadas do adro de baixo, ficava a esquerda ( essa ainda se vê na foto).
Mas se o Plátano e a Tília têm um século, os buxos da cerca, esses são muito mais velhos: pelos dados do Ministério da Agricultura já terão quatro séculos!
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
PATRIMONIO 7
sábado, 19 de dezembro de 2009
sábado, 12 de dezembro de 2009
1966 FESTA EM CASTEICÃO
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Uma maltinha do Terrenho numa festa em casteição. Uns rapazes outros ainda rapazinhos. A esquerda.José Henrique, José Manuel, depois é um criado do sr. Delfim do Pedro, não me lembro do nome," se alguém se lembra", Delmar,Carlos C., Jaime do Cassiano e Luís Alberto
Aqui temos: José Manuel,o criado do sr. Delfim ,Delmar, António Pereira, António Nascimento, Virginia C.,( ?), Lucília, Sesaltina, Josefina e a Laura. Na frente: José H. Jaime Cassiano, Carlos C. Luís A. e o sr. Cassiano. Como podem ver, hà aqui alguns que jà fumam, mesmo na frente do pai, é o caso do Jaime. """"""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""
Uma maltinha do Terrenho numa festa em casteição. Uns rapazes outros ainda rapazinhos. A esquerda.José Henrique, José Manuel, depois é um criado do sr. Delfim do Pedro, não me lembro do nome," se alguém se lembra", Delmar,Carlos C., Jaime do Cassiano e Luís Alberto
Aqui temos: José Manuel,o criado do sr. Delfim ,Delmar, António Pereira, António Nascimento, Virginia C.,( ?), Lucília, Sesaltina, Josefina e a Laura. Na frente: José H. Jaime Cassiano, Carlos C. Luís A. e o sr. Cassiano. Como podem ver, hà aqui alguns que jà fumam, mesmo na frente do pai, é o caso do Jaime. """"""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
CÃES SALTIMBANCOS
Não sei se é porque eles gostaram de ver o fotografo, ou se pediam a alguem para os tirar de là
-->
-->,seja como for pareciam estar dispostos a continuar por muito mais tempo.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
FLOR DE AÇAFRÃO
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
IMAGENS DO OUTONO
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
SOPA DE LETRAS
Localizar entre as letras do quadro, as palavras indicadas,
que podem ler-se em qualquer direcção ou sentido.
Com as oito letras que ficam formem a palavra secreta.
C | A | S | T | A | N | H | A | S |
O | L | E | G | R | O | P | I | P |
N | M | O | R | D | O | M | O | R |
O | A | A | T | E | O | O | B | O |
V | R | V | R | R | U | N | A | C |
E | T | U | U | T | G | O | I | I |
M | E | A | O | H | I | T | L | S |
B | L | N | A | C | N | E | S | |
R | O | E | M | U | L | E | H | Ã |
O | S | O | U | T | O | V | L | O |
T | E | R | R | E | N | H | O | I |
O | R | D | A | S | S | A | R | R |
S | S | M | C | A | T | S | E | F |
A | G | I | P | O | R | E | J | O |
Adro | Lume |
Arder | Martelos |
Assar | Martinho |
Baile | Mordomo |
Caruma | Novembro |
Castanhas | Outono |
Chuva | Pipo |
Festa | Procissão |
Frio | Sino |
Gelo | Souto |
Jeropiga | Terrenho |
Lã | Vento |
domingo, 29 de novembro de 2009
Hortas e Flores
Património – 3
Património – 3
Antes deste pavimento moderno, existiam no Cabeço 50 metros de uma calçada antiga, pelo menos com 150 anos.
Não era a mesma calçada da rua principal, feita de gogos de quartzo, já muito irregular e incómoda. Era uma calçada de granito, de pequenos elementos arredondados. E sendo uma rua menos utilizada, apresentava ainda um estado razoável e o piso era satisfatório.
Substituir essa calçada antiga por este pavimento moderno não trouxe vantagens a ninguém. Significou apenas despejar um bocado da história no ribeiro.
E agora, quem quiser saber o que era uma calçada antigamente, vai a Moreira de Rei, onde ainda resistem 30 metros.
Texto e foto: JC




