Um lugar sossegadinho, là para os lados das lages e a paisagem que de lá se pode avistar.
sexta-feira, 9 de abril de 2010
LAGES TERRENHO
Um lugar sossegadinho, là para os lados das lages e a paisagem que de lá se pode avistar.
terça-feira, 30 de março de 2010
O Terrenho e a Historia de Portugal ( 1384)
A Batalha de Trancoso
João Fernandes Pacheco era guarda-mor de D. João I, senhor de Ferreira de Aves e tinha o mordomado de Celorico. Na altura da Batalha de Trancoso, seu pai, Diogo Lopes Pacheco, era também um grande nobre da Beira, sendo senhor de Carapito, de Terrenho, do Codeceiro do Porto da Carne, de Azares, de Moreiras do Baraçal e de Vide. Era natural que seu filho, João Fernandes Pacheco administrasse já parte deste património por ocasião da Batalha. Egas Coelho era senhor de Linhares em 1384, e de Folgosinho. Mais tarde seria nomeado mestre-sala de D. João I. Vale também a pena referir que Gonçalo Vasques Coutinho era um personagem que se preocupava com o Reino de Portugal, mas também com os seus interesses. Em finais de 1383, quando D. Juan I de Castela invade Portugal, passando pela Guarda, Gonçalo Vasques da Cunha não lhe presta homenagem, preferindo ver primeiro quem irá ganhar a contenda, para depois tomar a sua decisão. Em finais de 1384 acede aos pedidos dos habitantes do Porto para atacar o Castelo da Feira, que nessa altura estava por Castela. Ataca e conquista este castelo. Mais tarde, nas cortes de Coimbra, de Março e Abril de 1385, que haveriam de coroar D. João I como Rei de Portugal, Gonçalo Vasques Coutinho defende D. João, Mestre de Avis para Rei de Portugal. Em Trancoso aceita finalmente combater os castelhanos com os seus homens, desde que seja ele a chefiar as forças portuguesas, o que na verdade, e por direito, caberia a Martim Vasques da Cunha. Mais tarde e apesar dos insistentes pedidos de D. João I, não participa na Batalha de Aljubarrota. Não apoia então também o rei de Castela
sábado, 20 de março de 2010
quinta-feira, 11 de março de 2010
Antonio e M.Augusta Cardoso
A noiva alguns anos antes, em dia de primeira comunhão.
Fotos cedidas por: M. Augusta

domingo, 28 de fevereiro de 2010
IMAGENS DA RIBEIRA---- Sàbado 27/02/10
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Capela do sr. Conde 1967
A cerimonia devia ser mesmo importante, porque o sr. conde, não era todos os dias que descia à capela, alguns de vos ainda se devem lembrar, ele assistia à missa pela janela que dava de uma das salas directamente para a capela. Como podem ver havia também os acólitos, Francisco, José H, José Manuel,"com o cabrito nos braços para oferecer ao sr. Bispo",Delfim M., Ilídio T., Luís A., Carlos A., José Carlos e o ultimo que não sei quem é . Estavam também , António S. Maria, Luís C., Sr Conde, Jaime M., Padre Manuel, bispo da Guarda, sr. Diamantino e o Carlos do sr Manuel Ferreira.
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
LAVADOIRO DO CABEÇO
sábado, 6 de fevereiro de 2010
FONTE DA ALDEIA NOVA
Não há viv´alma...está tudo calmo, só de vez em quando, um ou outro que não gosta da cerveja do café lá vem beber uma pinguita de água. Ou então o macho do sr. Emídio,que é um dos clientes habituais, se não o único.
Mas o que me dá cabo da cabeça é aquele letreiro "AGUA NÃO VIGIADA", "Raios parta ", se a água do Terrenho tem assim tantos defeitos por que é que ela é tão cobiçada?
A água que sai desta fonte e da fonte do adro vai depois para o ribeiro, (foto2) passa no meio de plástico, roupa e outras coisas que aqui não digo, chega à barragem e depois de receber alguns quilos de produtos químicos fica "pura" e pode ser vendida a um bom preço!
Nós sabemos o que nos aconteceu com a água do tornadoiro, é nossa e temos que a pagar. E esses produtos se são assim tão bons para purificar a água fazem desaparecer tudo o que existia dentro da água,depois da barragem,( isto foi o que eu vi, se este problema já foi solucionado, peço desculpa) será porque a água é pura demais? Mas as melgas estão como querem no meio de tudo isto porque as rãs e os peixes já la não estão para as comerem.Se forem dar uma volta lá para aqueles lados nos meses de Verão vão sair de lá com algum sangue a menos, eu já fiz a experiência...
sábado, 30 de janeiro de 2010
POMBAL
Hoje com um ar de mamarracho abandonado, ele serviu em tempos de abrigo a várias centenas de pombas, que em bandos faziam o vai e vem entre as tapadas da ribeira e o pombal, até parecia que davam as boas vindas a quem descia o Caminho Mau.
Também havia os tordos que durante o dia iam encher o papo lá para os lados da terra quente, onde há muitos olivais e depois vinham passar a noite no pombal; Tudo isto no tempo de um grande senhor que se chamava Miguel. Agora só restam alguns morcegos para aproveitar a guarida...





