domingo, 22 de agosto de 2010

FRANCELA

Uma verdadeira relíquia,pertence à família Bandarra, ela serviu para fazer centenas de queijos. A sua proprietària tinha a fama de fazer o melhor queijo de ovelha, mas os anos passaram e a Sra Emília já há muito tempo que se deixou destas coisas,agora é tempo de descanso. Parabéns ao Victor e à Leonor por este e outros objectos que mostrarei mais tarde.

sábado, 21 de agosto de 2010

Obras no tanque do adro

Esta foi a ultima que tiramos, quando deixávamos o Terrenho. como podem ver, depois do forno, agora é a vez do telhado do lavadouro que foi demolido ( era bem feio graças a Deus) , para voltar a ser feito de novo. Lembramos que ainda há mais dois mamarrachos como este no Terrenho. ************************************************************************** Para que isto fique bem ainda hà muito trabalhinho para fazer. Foto enviada por : J. RIBEIRO

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

FERIAS AGOSTO 2010

E elas acabaram,para uns compridas, para outros curtas,elas chegam ao fim. A recolha de fotos este ano foi boa, só mais um bocadinho de paciência para fazer uma escolha, porque isto está um pouco baralhado.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Capela de Stº Amaro restaurada


No ultimo domingo, dia 8 de Agosto, houve mais uma reinauguração no Terrenho, depois de restaurada, reabriu a capela de Stº Amaro. Houve procissão, missa na capela e mais tarde um lanche-convívio.
Obrigado a todos os que trabalharam e contribuíram na realização da obra e no convívio proporcionado.
A.C.

domingo, 1 de agosto de 2010

Exposição de artesanato

Foi organizada uma exposição/venda de artesanato no edifício da Junta de Freguesia.
Aproveitem a ida ao Terrenho para a visitar, temos de dar valor a todos os eventos que possam contribuir para o desenvolvimento da nossa Terra, e a quem nela ainda trabalha e a tenta fazer prosperar.
Têm para isso ainda os dias 1, 8, 15, 22 e 29 de Agosto
Um abraço e parabéns pela iniciativa.
A.C.

Construção "Ecologica"

Construída só com materiais naturais, provenientes da região... Parabens ao construtor (Ramiro) pela perícia e pela paciência... e um grande abraço

(Obrigado ao Zé Mateus, que do Terrenho enviou esta e outras fotos que entretanto serão publicadas, foi dificil pelo que sei, mas aqui chegaram...)
A.Carlos

segunda-feira, 5 de julho de 2010

MELHORAMENTOS

Uma grade de resguardo foi posta na parede em frente do cemitério e outra do lado da mina. Foto: Delfim M.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Palhoça do PASTOR

Trajo regional da beira alta,utilizado até ao principio dos anos 60, pelo menos na nossa terra. Ainda me lembro de ver pastores com este trajo. Os últimos a utilizá-la foram, o Luís e o Abel do ( ZÉ da Luísa) depois tudo isto desapareceu, as capas claro, os pastores esses ainda existem,. A cabana de pastor que aqui temos na foto, já fazia parte da colecção do blogue ,mas ela pertence à mesma época.  
A Palhoça compunha-se de várias peças , como aqui descrevemos já a seguir:
Capa de palha de junco entrançada, com amplo cabeção e saia; aberturas laterais para deixar passar os braços, frentes ajustadas com cordões feitos da mesma fibra. Polainitos da mesma palha, envolvendo as pernas a partir dos joelhos e atados com cordões no lado de dentro das pernas. 
Por ser uma capa, feita e usada em diferentes zonas do país, é conhecida com várias designações,todavia a sua forma permanece constante, sendo constituída por cabeção e saia. Após o devido tratamento, as fibras do centeio e do junco são entrançadas em sucessivas carreiras de modo a obter a forma e as dimensões desejadas. Depois de terminada, a palhoça é penteada com pente de ferro, para desemaranhar e abrir as fibras, conseguindo-se assim uma maior eficácia na protecção da chuva.
Esta capa é considerada, pelo seu modo de confecção, a peça de indumentária mais antiga no nosso país, remontando a sua origem ao período da proto-história.  
Fonte: Foto e parte do texto,Trajes Tradicionais

segunda-feira, 14 de junho de 2010

O FORNO DO TANQUE RESTAURADO

Aqui temos a prova que, "do velho podemos fazer novo". Sem servir há vários anos, foi agora restaurado e já está pronto para voltar a cozer pão.Pode ser que no mês de Agosto (se não for antes) se encontrem voluntários para cozer uma fornada, com bôla e tudo. Noutros tempos não havia mãos a medir, era de manhã cedo até à noite , estava sempre ocupado.
Havia quase sempre um ramalho espetado ao lado da porta, para as pessoas saberem que o forno ia ser utilizado e também para marcar a vez, normalmente as pessoas respeitavam" a vez"só havia uma que morava lá para a rua de Baixo, que gostava de passar à frente dos outros e isso dava direito a algumas zaragatas. Neste forno podiam cozer o pão de várias pessoas ao mesmo tempo , mas para isso o pão tinha que ter uma marca, para depois o conhecerem quando estivesse cozido, uns era com o dedo, fazia-se um buraco no centro , um belisco, Uma palha , uma caruma.... o problema é que as vezes com o calor a palha ardia.
Já a seguir temos em primeiro, uma foto tirada em 1950 ?,e em segundo uma tirada antes de ser restaurado. ******************************************************************************** Fotos de: Virginia C., Jorge C. e Delfim M.

terça-feira, 1 de junho de 2010

MINAS DE SEBADELHE














Nos anos 1940/ 1954? Eles eram 20, 30 ou talvez mais a subir a e descer a serra, com o farnel às costas, do Terrenho até Sebadelhe, uns de manhã, outros à noite. É que naquele tempo também já se trabalhava por turnos e para os que passavam na serra de noite, o gasómetro que aqui vemos na foto 3, era indispensável. O gasómetro é constituído por um reservatório com duas zonas, onde é colocado separadamente o carbureto e a água. A mistura destes dois elementos produz o gás, que é conduzido por um tubo ou mangueira, até ao queimador, que se encontra na parte da frente do gasómetro, este queimador tem normalmente associado um isqueiro piezo-electrico, que permite inflamar o acetileno, gerando assim a luz. De toda esta gente que ali trabalhou só já temos dois, espero por muito tempo. Este local foi abandonado durante muitos anos, mas agora como podem ver está preparado para receber o publico e pode-se ir de carro até lá. Um passeio que vale a pena, não só pela paisagem, como podem ver "em clicando nas fotos", mas também para recordar um pouco o lugar onde os nossos antepassados andaram vários anos a dar cabo do corpo. O minério que ali se extraia era o urânio, que naquela altura, em tempo de guerra, devia ser muito procurado.