| MATERIAL: Nenhum. | |||
| TERRENO: Espaço grande. | |||
| NÚMERO DE PARTICIPANTES: Vários. | |||
| OBJECTIVO: Conquistar o maior número de jogadores. | |||
| DESENVOLVIMENTO: Cada um dos dois jogadores - os barqueiros - escolhe um nome (por exemplo, frutos, animais, países, etc.). Com as mãos dadas acima da cabeça formam um arco. Os restantes jogadores, em fila, com as mãos sobre os ombros do colega da frente, deslocam-se livremente e cantam uma canção: | |||
| BOM BARQUEIRO, BOM BARQUEIRO DEIXAI-ME PASSAR. TENHO FILHOS PEQUENINOS, PARA ACABAR DE CRIAR. | |||
| Os dois barqueiros respondem: | |||
| PASSARÁ, PASSARÁ, MAS ALGUM DEIXARÁ. SE NÃO FOR A MÃE DA FRENTE, É O FILHO LÁ DETRÁS. | |||
| Quando passam por baixo do arco, os barqueiros prendem o último da fila. Este escolhe um dos nomes propostos, colocando-se atrás do barqueiro correspondente à escolha. | |||
| Quando estiverem todos os jogadores atrás dos barqueiros formam-se dois grupos. | |||
| De seguida, fazem um risco no chão a separar os grupos. Os barqueiros agarram-se pelos pulsos e os jogadores agarram-se uns aos outros pela cintura. Cada barqueiro e seus companheiros puxam o outro grupo obrigando-o a ultrapassar o risco e assim ganhar o jogo. |
sábado, 13 de novembro de 2010
JOGO DO SENHOR BARQUEIRO
sábado, 6 de novembro de 2010
O TANQUE DO ADRO RENOVADO
terça-feira, 2 de novembro de 2010
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
OS RESINEIROS
Por aqui e por ali, nos nossos pinhais, lá andavam os resineiros e as resineiras, é verdade uma boa parte eram mulheres , madrugadores por necessidade lá iam eles (as) de lata ás costas, o ferro e a espátula na mão,
O almoço, ou melhor a bucha, essa vinha presa à cintura num pequeno saco de pano.
Lá iam colhendo a resina para a lata e uma vez esta cheia iam despejá-la numa barrica que nem sempre estava perto, dado que tinha que ser colocada num local onde pudesse ser carregada, noutros tempos em carros de bois e mais tarde já em camionetas. Toda a gente sabia onde andavam os resineiros; eles executavam o seu trabalho cantando e assobiando..
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E como não podia deixar de ser, aqui fica a letra da canção " O resineiro"
Que foi interpretada pela Tonicha no fim dos anos 60, e também pelo Zéca Afonso.
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
O Livro da Segunda Classe - Edição de 1958
Para ver o resto do livro: Clic aqui
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Termino com a publicação de um bucólico poema de Francisco Palha, incluso neste livro de leitura da segunda classe:
Avé Maria
No sino da freguesia Três badaladas ouvi. Sobre a terra úmida e fria, De joelhos, mesmo aqui, Oremos, que é findo o dia, Avé Maria!
Descendo da serrania, Já o pastor ao curral Os fartos rebanhos guia. De abundância ao de hoje igual, Dai-lhe amanhã outro dia, Virgem Maria!
A mãe, que o filho cria, Já no berço o vai deitar. Um sono tranquilo envia Sobre o seu tecto poisar Até ao romper do dia, Virgem Maria!
Francisco Palha
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Fonte: Santanostalgia livros escolares







