sábado, 20 de novembro de 2010

O ADRO E A IGREJA EM NOITE DE VERAO


Clique nas fotos, vai ver que vale a pena

Fotos Enviadas por: Joana P.

Varre, varre vassourinha "Jogo de mãos"

 

Varre, varre vassourinha
Varre bem esta casinha
Se varreres bem dou-te um vintém
Se varreres mal dou-te um real
Pico pico saltarico
Salta a pulga p'ró penico
Do penico p'rá balança
Disse o rei que fosse à França
Buscar o D. Luís
Que está preso pelo nariz
Os cavalos a correr
As meninas a aprender
Qual será a mais bonita que se irá esconder ?

 Cada jogador estende uma mão sobre a mesa.
Então, cada um por sua vez, dizem a lengalenga, ao ritmo da mesma,  e o jogador em quem calhar a última parte do texto recolhe um dedo.

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terça-feira, 16 de novembro de 2010

Auto-estrada Douro Interior ip2 Celorico-Trancoso





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Dentro de um mês, abre ao trânsito o primeiro lanço do ip2 entre Celorico e Trancoso.
 Para ler a noticia clique no Link
 Primeiro troço do IP2 abre em Dezembro

  Fonte,Jornal o interior

sábado, 13 de novembro de 2010

JOGO DO SENHOR BARQUEIRO

MATERIAL: Nenhum.
TERRENO: Espaço grande.
NÚMERO DE PARTICIPANTES: Vários.
OBJECTIVO: Conquistar o maior número de jogadores.
DESENVOLVIMENTO: Cada um dos dois jogadores - os barqueiros - escolhe um nome (por exemplo, frutos, animais, países, etc.). Com as mãos dadas acima da cabeça formam um arco. Os restantes jogadores, em fila, com as mãos sobre os ombros do colega da frente, deslocam-se livremente e cantam uma canção:
BOM BARQUEIRO, BOM BARQUEIRO DEIXAI-ME PASSAR. TENHO FILHOS PEQUENINOS, PARA ACABAR DE CRIAR.
Os dois barqueiros respondem:
PASSARÁ, PASSARÁ, MAS ALGUM DEIXARÁ. SE NÃO FOR A MÃE DA FRENTE, É O FILHO LÁ DETRÁS.
Quando passam por baixo do arco, os barqueiros  prendem o último da fila. Este escolhe um dos nomes propostos, colocando-se atrás do barqueiro correspondente à escolha.
Quando estiverem todos os jogadores atrás dos barqueiros formam-se dois grupos.
De seguida, fazem um risco no chão a separar os grupos. Os barqueiros agarram-se pelos pulsos e os jogadores agarram-se uns aos outros pela cintura. Cada barqueiro e seus companheiros puxam o outro grupo obrigando-o a ultrapassar o risco e assim ganhar o jogo.

sábado, 6 de novembro de 2010

O TANQUE DO ADRO RENOVADO

Antes
Depois

Parabens a todos os que contibuiram para que esta obra fosse feita.

Não esquecendo a fotografa: Claudia C                                            

terça-feira, 2 de novembro de 2010

JOGO DAS ESCONDIDAS

                 


quarta-feira, 20 de outubro de 2010

OS RESINEIROS

Noutros tempos, todos os pinheiros com porte suficiente para poderem ser sangrados, eram visitados pelos resineiros que, apesar das condições do terreno serem geralmente difíceis, nomeadamente devido ao acentuado declive das encostas, levavam a cabo a sua árdua tarefa em ritmo acelerado. E tem que se dizer, que quando chegavam aos pinhais do Terrenho, já tinham palmilhado três ou quarto kilometros a pé, eles vinham da povoação vizinha, a Castanheira

Por aqui e por ali, nos nossos pinhais, lá andavam os resineiros e as resineiras, é verdade uma boa parte eram mulheres , madrugadores por necessidade lá iam eles (as) de lata ás costas, o ferro e a espátula na mão,

O almoço, ou melhor a bucha, essa vinha presa à cintura num pequeno saco de pano.

Lá iam colhendo a resina para a lata e uma vez esta cheia iam despejá-la numa barrica que nem sempre estava perto, dado que tinha que ser colocada num local onde pudesse ser carregada, noutros tempos em carros de bois e mais tarde já em camionetas. Toda a gente sabia onde andavam os resineiros; eles executavam o seu trabalho cantando e assobiando..

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E como não podia deixar de ser, aqui fica a letra da canção " O resineiro"

Que foi interpretada pela Tonicha no fim dos anos 60, e também pelo Zéca Afonso.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

O Livro da Segunda Classe - Edição de 1958

Hoje trazemos à memória mais um livro de leitura do ensino primário. Trata-se de um dos populares livros únicos, dos anos 50, edição do Ministério da Educação Nacional, designado de "O Livro da Segunda Classe".
Este livro durante muitos anos fez equipa com outros populares livros únicos, alguns já aqui recordados, como "O Livro da Primeira Classe" e o "Livro de Leitura da 3ª Classe", ambos dos anos 50 e que perdurariam durante os anos 60 como livros de referência para tantos alunos portugueses dessas décadas, em pleno Estado Novo.
Tal como os seus companheiros editoriais, este livro é muito bonito, com belas e coloridas ilustrações (ainda não consegui identificar a sua autoria), contendo leituras várias, já adequadas à classe a que se refere e ainda com ensinamentos sobre doutrina cristã e aritmética. Por conseguinte era um livro que servia três propósitos importantes do ensino da altura.
Para todos, e foram muitos, quantos aprenderam a partir deste belo livro escolar, aqui ficam algumas das suas inesquecíveis páginas, onde cada uma, estou certo, representa um naco de saudades e avivar de memórias arrancadas um dos tempos mais belos da nossa vida: A infância.
livro da segunda classe_santa nostalgia_01
livro da segunda classe_santa nostalgia_02
livro da segunda classe_santa nostalgia_03
livro da segunda classe_santa nostalgia_04
livro da segunda classe_santa nostalgia_05
Para ver o resto do livro: Clic aqui
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Termino com a publicação de um bucólico poema de Francisco Palha, incluso neste livro de leitura da segunda classe:
Avé Maria
No sino da freguesia Três badaladas ouvi. Sobre a terra úmida e fria, De joelhos, mesmo aqui, Oremos, que é findo o dia, Avé Maria!
Descendo da serrania, Já o pastor ao curral Os fartos rebanhos guia. De abundância ao de hoje igual, Dai-lhe amanhã outro dia, Virgem Maria!
A mãe, que o filho cria, Já no berço o vai deitar. Um sono tranquilo envia Sobre o seu tecto poisar Até ao romper do dia, Virgem Maria!
Francisco Palha
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Fonte: Santanostalgia livros escolares

domingo, 10 de outubro de 2010

sábado, 9 de outubro de 2010