domingo, 2 de janeiro de 2011

Amola Tesouras, Amolador

A foto não foi tirada no Terrenho, mas é muito parecida com a imagem que alguns de nos ainda guardamos na memoria



 Amolador! - gritava um homem, seguindo-se uma música característica tocada numa de gaita de beiços. Ao mesmo tempo, empurrava uma jeringonça onde trazia entre outros, uma pedra de amolar. Quando alguém precisava de afiar facas ou tesouras ele impulsionava a roda através duma espécie de pedal. Arranjava também chapéus de chuva, substituindo alguma vareta partida.
 

Dizia-se naquela altura que a (gaita) do amolador anunciava chuva, mas nunca foi provado.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Provérbios Populares

Pelo Natal, se houver luar,
Senta-te no lar,
Se houver escuro
Semeia outeiros e tudo

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Provérbios Populares

Os amigos e os caminhos se não se frequen­tam ganham espinhos

sábado, 18 de dezembro de 2010

sábado, 11 de dezembro de 2010

Provérbios Populares

Pelo Natal, semeia o teu alhal e se o quiseres cabeçudo, semeia-o no entrudo

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

JOGO DA CABRA CEGA




Jogam várias crianças.

É necessário um lenço ou pano para amarrar à volta dos olhos de uma das crianças que será a cabra-cega.

As crianças colocam-se de mãos dadas formando uma roda. A cabra-cega fica no seu centro da roda, de cócoras e com os olhos tapados com uma venda.
A seguir inicia-se um diálogo entre as crianças que estão na roda e a Cabra-cega.

“Cabra-cega, donde vens?”
“Venho da Serra.”
“O que me trazes?”
“Trago bolinhos de canela.”
“Dá-me um!”
“Não dou.”
Então, as crianças que se encontram na roda dizem em coro:
“Gulosa, gulosa, gulosa... “ (repete-se até a Cabra-cega agarrar alguém)

A Cabra-cega levanta-se e tenta apanhar uma criança da roda. Se apanhar alguém, as crianças calam-se todas e a Cabra-cega tem de adivinhar, apalpando com as mãos, quem é a (o) colega que apanhou.
Quando acertar, fica esse (a) a ser a Cabra-cega.

Por vezes, nesta variante da roda, as crianças podem estar silenciosas. Mas, então, a roda não se pode mexer do sítio. Antes de ir à procura de alguém, a cabra-cega dá três voltas sobre si mesma.

Noutra variante, as crianças espalham-se pelo espaço previamente definido e que não pode ser muito grande. A cabra-cega, com os olhos tapados, tenta agarrar uma outra criança qualquer. Todas as crianças se deslocam pelo espaço e aproximando-se e afastando-se da cabra-cega para a desorientar com o ruído dos seus deslocamentos enquanto cantam: “Cabra-cega! Cabra-cega! Tudo ri, mãos no ar, a apalpar, tactear, por aqui, por ali. Tudo ri! Cabra-cega! Cabra-cega! Mãos no ar, apalpando, tacteando, por aqui, por ali, agarrando o ar! Tudo ri...”. Também lhe podem tocar nas costas.

Quem for agarrado pela cabra-cega passa para o seu lugar. Se a cabra-cega sair do espaço marcado, deve ser avisada. 
Antes dos jogadores se dispersarem, pode haver este diálogo:

- “Cabra-cega o que perdeste?”
- “Uma agulha.”
- “Fina ou grossa?”
- “Fina” (ou então grossa)
- “Então anda achá-la“

Por vezes, a cabra cega, depois de agarrar alguém, tem de adivinhar quem agarrou. Só se acertar é que trocam de lugar, caso contrário tem de continuar. Para adivinhar quem a agarrou a cabra cega passa as mãos pelo cabelo e cara dessa criança.

Existe também a cabra cega com stop. Todos se deslocam no espaço definido, mas quando a cabra cega grita “stop”, todos se imobilizam. A cabra cega procura então os jogadores e tem de adivinhar a identidade de quem agarrou, trocando de lugar com ele(a), se acertar.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Provérbios Populares

Novembro à porta geada na horta