| Tem aspecto de Mós de moinho |
samedi 14 décembre 2013
lundi 18 novembre 2013
Magusto de S. Matinho - Terrenho 2013
samedi 9 novembre 2013
O Pirilampo ou Arancu do Terrenho
O Pirilampo, também conhecido como Arancu, (era este o nome que nos lhes dava-mos) , arencu, caga-fogo, caga-lume, lumieira......., é um insecto muito conhecido pela emissão de luz que produz.
A parte iluminada, geralmente de cor verde florescente, fica na parte inferior da região abdominal.
Estes insectos possuem, de acordo com a espécie, de 1 a 3 centímetros em média de comprimento.
Possuem uma coloração que vai do amarelo claro ao castanho escuro. Algumas espécies possuem faixas pretas no corpo.
Eles tem uma duração de vida que pode ir de 1 a 3 anos.
Embora encontrados algumas vezes nas cidades
Os lugares onde se encontram com mais facilidade é à beira dos caminhos húmidos, este foi encontrado na cozinha, "um arancu domesticado"
mercredi 2 octobre 2013
Recodações do passado
lundi 30 septembre 2013
samedi 14 septembre 2013
Hortas das " DADAS"
dimanche 1 septembre 2013
Sr. Armando- O Sapateiro do Terrenho
O sapateiro era um profissional que consertava calçado, fazendo alguns remendos, punha meias-solas, saltos, chegando a fazer sapatos, sandálias e botas por medida.
No Terrenho, eram dois: o Sr. Armando, com oficina no largo da Aldeia Nova, e o Sr. Alfredo,que tinha oficina na casa onde morava no cabeço.
Cada um deles tinha os seus clientes habituais, alguns vindos de terras vizinhas e até de mais longe.
O cenário das suas pequenas oficinas era o mesmo. A um canto, um molho de sapatos e botas à espera de concerto, com indicação do arranjo pretendido escrita a lápis sobre as solas. No outro, uma prateleira com as obras acabadas, à espera de quem as viesse levantar, e no outro, ainda, o Alguidar de demolhar a sola, cheio de uma aguadilha negra, de odor característico. A meio de uma das paredes, além da tradicional máquina de coser, havia a cadeirinha baixa onde se sentava o único ocupante do espaço à frente do qual uma banqueta, de tamanho reduzido, punha à disposição do mestre o essencial das suas ferramentas, com destaque para o martelo de peta larga, a turquês de pregar, a grosa, a faca afiada como um bisturi, as sovelas e os ferros de brunir. No chão, ao alcance da mão, a pedra de bater a sola, feita de um grosso calhau rolado, a forma de ferro de três posições e a caixa compartimentada, contendo os vários tipos de pregos usados no ofício.( O sr. Armando tinha sempre à mão as duas muletas que, para que o conheceu sabe que ele era coxo de uma perna. )
Ainda no chão, espalhados por todo o lado, acumulavam-se os pedaços de sola e cabedais rejeitados, restos de solas velhas e de tacões usados, outros desperdícios e pregos velhos e torcidos, inutilizados.
( E preciso dizer que o sr Armando trabalhava a maior parte do tempo no balcãosito que ficava à entrada da sua casa, o lugar onde o vemos na foto era do outro lado da rua, isto antes de existir o que agora chamamos a avenida.)
Com a qualidade de uma foto daquela época podemos ver alem do Sr Armando sapateiro o Jorge Ferreira, que fez o favor de ceder esta e muitas outras fotos que já foram publicadas no blog, para ele um muito obrigado em nome de todos os que gostam de recordar as coisas nossa Terra.
Como podem ver atrás é o quinteiro do Pantéra e do meu avo José Joaquim. Mas tudo isto levou uma grande volta como todos nos sabemos.
Como podem ver atrás é o quinteiro do Pantéra e do meu avo José Joaquim. Mas tudo isto levou uma grande volta como todos nos sabemos.
lundi 26 août 2013
Rapazes do Terrenho na festa da Senhora da Saúde
Fotos cedidas por: Jorge Ferreira
samedi 29 juin 2013
Para recordar "1975 ?"
mardi 25 juin 2013
Vestigios do passado - Terrenho
E bem visível a data de 1630, algumas letras também são visíveis na parte superior da pedra, mas estão incompletas, o quer dizer que esta pedra já veio de outra construção
samedi 15 juin 2013
Distrito da Guarda perdeu 13 mil eleitores em quatro anos
No final de 2012 havia no distrito da Guarda 169.065 eleitores contra 182.066 quatro anos antes
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Em quatro anos, o distrito da Guarda perdeu mais de 13 mil eleitores e na Cova da Beira a quebra foi de cerca de 4.200 votantes. O número de recenseados desceu em todos os concelhos da região, sendo Belmonte o menos afetado, enquanto a Covilhã, que mantém o atual número de vereadores no executivo por apenas 110 eleitores, é o que mais perdeu.
Os dados mais recentes do número de pessoas recenseadas estão disponíveis no site da Comissão Nacional de Eleições (CNE), tendo a última atualização sido feita a 31 de dezembro do ano passado. Há quatro anos, houve um “boom” de eleitores na região por força das alterações à lei do recenseamento que previa a inclusão de muitos emigrantes. No final de 2012 estavam inscritos no distrito da Guarda 169.065 eleitores, mas em dezembro de 2008 eram 182.066, o que significa um decréscimo de 13.001 potenciais votantes. Quanto à Cova da Beira, que inclui os concelhos de Belmonte, Covilhã e Fundão, passou de 90.150 recenseados em dezembro de 2008 para 85.938 no final do ano transato. A maior quebra em termos absolutos foi registada na Covilhã, que perdeu 2.337 eleitores em quatro anos e mantém os nove vereadores atuais apenas por 110 inscritos nos cadernos eleitorais, pois caso contasse menos de 50 mil eleitores o número de eleitos passaria a ser sete.
Entre os concelhos mais penalizados encontram-se também Seia (-1.999), Fundão (-1.853), Sabugal (-1.846), Pinhel (-1.478) e Gouveia (-1.218). Pelo contrário,os que menos eleitores perderam foram Belmonte (-22), Fornos de Algodres (-329), Manteigas (-372), Guarda (-453) e Figueira de Castelo Rodrigo (-578). Outro dado curioso é que, cruzando os números do recenseamento com dados dos Censos de 2011, constata-se que apenas cinco dos concelhos analisados têm mais população residente – critério que inclui habitantes desde os zero anos – do que eleitores. São eles a Guarda, com mais 2.512 habitantes do que recenseados, Covilhã (1.687), Belmonte (198), Figueira de Castelo Rodrigo (84) e Fundão (46). Ou seja, na maioria dos municípios, o número de eleitores (cidadãos com 18 ou mais anos) supera os respetivos moradores. Apesar da variação do número de recenseados, não haverá qualquer alteração na formação dos executivos nas 17 autarquias analisadas. Ainda assim, não é por muito que Pinhel (345) e Trancoso (565) vão manter os sete eleitos para a Câmara.
O nº 2 do artigo 57º da Lei nº 169/99, de 18 de setembro, estabelece que, «para além do presidente», a câmara municipal é composta por oito vereadores nos municípios com mais de 50 mil e menos de 100 mil eleitores; seis vereadores nas autarquias com mais de 10 mil e até 50 mil eleitores e, por último, quatro vereadores nas edilidades com 10 mil ou menos eleitores, situação em que se encontra a maioria das Câmaras da região. O secretário e coordenador dos serviços da CNE esclarece que o recenseamento eleitoral é «permanentemente atualizado» e o número de mandatos de cada órgão autárquico «será definido de acordo com os resultados do recenseamento eleitoral, publicados pelo Ministério da Administração Interna no “Diário da República” com a antecedência de 120 dias relativamente ao termo do mandato». Paulo Madeira adianta ainda que a atualização do recenseamento é suspensa no 60º dia anterior à eleição e até ao dia da mesma, «não podendo ser efetuadas novas inscrições ou transferências».
Fonte: Jornal O interior
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Em quatro anos, o distrito da Guarda perdeu mais de 13 mil eleitores e na Cova da Beira a quebra foi de cerca de 4.200 votantes. O número de recenseados desceu em todos os concelhos da região, sendo Belmonte o menos afetado, enquanto a Covilhã, que mantém o atual número de vereadores no executivo por apenas 110 eleitores, é o que mais perdeu.
Os dados mais recentes do número de pessoas recenseadas estão disponíveis no site da Comissão Nacional de Eleições (CNE), tendo a última atualização sido feita a 31 de dezembro do ano passado. Há quatro anos, houve um “boom” de eleitores na região por força das alterações à lei do recenseamento que previa a inclusão de muitos emigrantes. No final de 2012 estavam inscritos no distrito da Guarda 169.065 eleitores, mas em dezembro de 2008 eram 182.066, o que significa um decréscimo de 13.001 potenciais votantes. Quanto à Cova da Beira, que inclui os concelhos de Belmonte, Covilhã e Fundão, passou de 90.150 recenseados em dezembro de 2008 para 85.938 no final do ano transato. A maior quebra em termos absolutos foi registada na Covilhã, que perdeu 2.337 eleitores em quatro anos e mantém os nove vereadores atuais apenas por 110 inscritos nos cadernos eleitorais, pois caso contasse menos de 50 mil eleitores o número de eleitos passaria a ser sete.
Entre os concelhos mais penalizados encontram-se também Seia (-1.999), Fundão (-1.853), Sabugal (-1.846), Pinhel (-1.478) e Gouveia (-1.218). Pelo contrário,os que menos eleitores perderam foram Belmonte (-22), Fornos de Algodres (-329), Manteigas (-372), Guarda (-453) e Figueira de Castelo Rodrigo (-578). Outro dado curioso é que, cruzando os números do recenseamento com dados dos Censos de 2011, constata-se que apenas cinco dos concelhos analisados têm mais população residente – critério que inclui habitantes desde os zero anos – do que eleitores. São eles a Guarda, com mais 2.512 habitantes do que recenseados, Covilhã (1.687), Belmonte (198), Figueira de Castelo Rodrigo (84) e Fundão (46). Ou seja, na maioria dos municípios, o número de eleitores (cidadãos com 18 ou mais anos) supera os respetivos moradores. Apesar da variação do número de recenseados, não haverá qualquer alteração na formação dos executivos nas 17 autarquias analisadas. Ainda assim, não é por muito que Pinhel (345) e Trancoso (565) vão manter os sete eleitos para a Câmara.
O nº 2 do artigo 57º da Lei nº 169/99, de 18 de setembro, estabelece que, «para além do presidente», a câmara municipal é composta por oito vereadores nos municípios com mais de 50 mil e menos de 100 mil eleitores; seis vereadores nas autarquias com mais de 10 mil e até 50 mil eleitores e, por último, quatro vereadores nas edilidades com 10 mil ou menos eleitores, situação em que se encontra a maioria das Câmaras da região. O secretário e coordenador dos serviços da CNE esclarece que o recenseamento eleitoral é «permanentemente atualizado» e o número de mandatos de cada órgão autárquico «será definido de acordo com os resultados do recenseamento eleitoral, publicados pelo Ministério da Administração Interna no “Diário da República” com a antecedência de 120 dias relativamente ao termo do mandato». Paulo Madeira adianta ainda que a atualização do recenseamento é suspensa no 60º dia anterior à eleição e até ao dia da mesma, «não podendo ser efetuadas novas inscrições ou transferências».















