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samedi 14 décembre 2013


A dona não o queria deixar sair do cortelho e ele mostrou-lhe como é que se fazia para sair.


vendredi 7 juin 2013

Paisagens Do Val-do-Ferreiro ou Valferreiro Terrenho




Na encosta é o Terrenho








                                                                                                                                                                                           

Este lago (artificial) está numa propriedade privada," Quinta da Teja, ou quinta do Aranda", mas pode ser visto do exterior.

mercredi 29 mai 2013

«Ir (mandar) para o maneta

Qual a origem da expressão «ir para o maneta»?

[Resposta] «Ir para o maneta» ou, também, «mandar para o maneta» tem a seguinte origem, segundo escreve Orlando Neves, no seu Dicionário de Expressões Correntes (Notícias Editorial, Lisboa):
Loison / O Maneta
«Ao Senhor General de Divisão, Governador do Palácio de St. Cloud e Comandante da Segunda Divisão do Exército, de nome Loison, jamais terá passado pela cabeça que, quase dois séculos depois de ter estado [em Portugal], com o general de Junot, na primeira invasão francesa, a sua memória perduraria no povo português através de uma das mais populares expressões do nosso falar quotidiano: "mandar ou ir para o maneta", com o significado de "dar cabo de alguém ou de alguma coisa; destruir". É que o general Loison perdera um braço em anterior batalha e, enquanto esteve [em Portugal], revelou-se um homem de extrema ferocidade e malvadez, que exercia torturas violentas nos presos e foi responsável por várias mortes.

Thiébault, diz Raul Brandão, afirmou que Loison fora "um homem hábil, mau como um cão". Ficou na imaginação popular e correu em versos, de que ficam alguns exemplos:

"Entre os títeres generais
entrou um génio altivo
que ou era o Diabo vivo
ou tinha os mesmos sinais...

Aos alheios cabedais
lançava-se como seta,                             
namorava branca ou preta,
toda a idade lhe convinha.
Consigo três Emes tinha:
Manhoso, Mau e Maneta."

Ou estas duas quadras:

"Que generais é que devem
morrer ao som da trombeta?
Os três meninos da ordem:
Jinot, Laborde e Maneta.

O Jinot mai-lo Maneta
julgam Portugal já seu:
É do demo que os carregue
e também a quem lho deu."»

A expressão ir para o maneta vem igualmente registada no Dicionário de Expressões Populares Portuguesas, de Guilherme Augusto Simões [que lhe dá o significado de «escangalhar-se, estragar-se; perder-se (no sentido de não ter recuperação)»], e em Novos Dicionários de Expressões Idiomáticas, de António Nogueira Santos («desaparecer; acabar-se; avariar-se; morrer»).
Já Aquilino Ribeiro preferiu atestar a variante mandar para o maneta, como vem no seu Dicionário do Calão: «dar cabo de alguém ou escangalhar alguma coisa.»
Eduardo Nobre (in Novo Calão Português) também optou por mandar para o maneta: «escangalhar qualquer coisa.»

samedi 9 février 2013

Licença Anual para Uso de Isqueiro

Em Portugal, entre Novembro de 1937 e 1970, qualquer cidadão que usasse um isqueiro para acender o tabaco tinha que ter uma licença.





Clic na foto


Veja-se esta “Licença Anual para Uso de Acendedores e Isqueiro”, que diz:

“É proibido o uso ou simples detenção de acendedores ou isqueiros que estejam em condições de funcionar quando os seus portadores não se achem munidos da licença fiscal.
Os infractores serão punidos com a multa de 250$00 além da perda dos acendedores ou isqueiros, que serão apreendidos, salvo as excepções reguladas pelo respectivo decreto-lei.
"Se o delinquente for funcionário do Estado, civil ou militar, ou dos corpos administrativos, a multa será elevada ao dobro e o facto comunicado à entidade que sobre ele tiver competência disciplinar".
Das multas pertencerão 70 por cento ao Estado e 30 por cento ao autuante ou participante.
Havendo denunciante, pertencerá a este metade da parte que compete ao autuante.
Outras disposições consultar os respectivos decretos”.

Jà naqueles tempos os cigarros  "queimavam"



Uma licença de utilização, passada pelas Finanças, todos os anos, nada barata e, para cúmulo, era passada nominalmente. Ou seja, um isqueiro não podia ser utilizado por outra pessoa que não aquela cujo nome estava na licença. E para controlar a sua utilização havia a polícia e uma caricata “profissão” denominada de “fiscal de isqueiros” que, em caso de prevaricação, aplicavam uma multa e apreendiam o isqueiro.






Dado que a imagem não é suficientemente nítida, reproduzo o texto da “Licença Anual Para Uso de Acendedores e Isqueiros” em que gostaria de chamar a vossa atenção para uma palavra lá existente:  delinquente. Nem mais!





Para quem não sabia ou já não se lembrava, aqui está a memória não muito longínqua de uma prática existente no nosso país. De repressão, sim, mas também de caça a mais um imposto.





jeudi 1 novembre 2012

Pessegueiro 'Pessegos Carecas' Ou Nectarinas

Plantado no meio das fragas, não parece estar muito atrapalhado com a sede, tão carregado de pêssegos que até precisa de espeques.
Como podemos ver, ao lado  está também um castanheiro e a concorrência vai começar, quem irá ganhar?

Foto dedicada A UM AMIGO, que tratou dele.

dimanche 29 avril 2012

Estranho este Objecto, mas bonito







Não sei qual era a função deste objecto noutros tempos, mas sei que desta vez serviu para transportar um bebe até à igreja, no dia do baptismo.


Original: Boa ideia

Como Apareceu a Palavra BICA? 'Café'

Depois de um almoço mais ou menos lauto, (quase) todos nós gostamos de passar pelo café da esquina e tomar um café. Uma bica, como se diz correntemente, sobretudo na zona de Lisboa. Pois, como apareceu a palavra BICA? Deste modo: a empresa "A Brasileira" lançou no mercado uma bebida que, a princípio, foi considerada um pouco amarga.Para ultrapassar essa dificuldade, a casa decidiu dar ao consumidor o seguinte conselho: Beba Isto Com Açúcar. Nascia o célebre acrónimo BICA.


Enviada por: Miguel de Sá 

vendredi 13 avril 2012

Como apareceu o "croissant"

Em 1683, o exército muçulmano cercou a cidade de Viena ( Áustria). Ajudado pelos polacos, o exército austríaco derrotou o invasor. Perante façanha tão importante, os padeiros vienenses celebraram esse acontecimento, fabricando um novo tipo de pão enrolado, em forma do "crescente" muçulmano desenhado na bandeira turca. A esse pão foi dado, na Áustria, o nome de Kiepfel ( crescente).Em 1770, Maria Antonieta ( filha da Imperatriz Maria Teresa, de Áustria)introduziu-o em França quando casou com Luis, que veio a ser Luis XVI ( ambos, Luis e Maria Antonieta viriam a ser guilhotinados, mais tarde, por ocasião da Revolução Francesa). O pão é hoje conhecido por croissant      ( "crescente")...
             
Obrigado sr.Miguel pela ideia, como vê não caiu em "cesto roto" se tem outras mande.