mardi 4 mars 2014

Como Fazer Caldo Verde











                                                      

Ingredientes:





500 g couve galega
Lt água
500 g batata(s)
1 c. sopa Sal Grosso
dl azeite

Preparação:

1. Coloque ao lume um tacho com  a água e o sal, coloque as batatas descascadas e cortadas em pedaços.

2. depois de cozidas esmagam-se voltando a colocá-las na água da cozedura, juntando as folhas de couve cortadas muito finas, depois de bem lavadas em duas ou três águas.
3. Junte o azeite e deixe levantar fervura por 5 minutos com a tacho destapado, para a couve ficar bem verde.
4. Sirva numa tigela ou prato, juntando umas rodelas de chouriço para dar gosto. 

Acompanhe com broa de milho ou pão de trigo


vendredi 28 février 2014

Palheiros na Eira das Dadas ( Eira do Zé da Luisa ) Terrenho

                              Não conheço a data, mas foi há muito tempo.




mardi 25 février 2014

PADRE JÚLIO GOMES( Pároco do Terrenho nos anos 1900 ?)

             PADRE JÚLIO GOMES

 

                           O HOMEM


                         

Natural de Almendra, nascido em 1871, o padre Júlio César Gomes descendia de uma família abastada e complementava uma prole numerosa: seis irmãos – quatro homens e duas mulheres.

Parafraseando, parcialmente, Sá de Miranda, tracemos o seu carácter:

        “Homem dum só parecer,
        De um só rosto e uma só fé,
        Tudo o mais pode ser,
        Mas frouxo e sem carácter é que não é.”



Este homem que amava Deus, que amava, ajudava e defendia os desditosos, ousou amar uma mulher: a filha do dono da casa onde se hospedara, quando nomeado pároco do Terrenho.  Para ler mais clic aqui

jeudi 13 février 2014

Corografia portugueza de Antonio Carvalho da Costa


Se quer saber um pouco mais sobre a nossa região ( e não só ) por volta de 1255 clic AQUI.
Como podem ver, nessa altura o Terrenho já existia





Viram como eu que nessa época se fabricava nas nossas terras o chamado pano de varas, não sabia o que era, mas depois de uma pesquisa na net aqui está a resposta.

A expressão encontrada e registada no Dicionário de Expressões Correntes, de Orlando Neves (Editorial Notícias), é «Meter-se em camisa-de-onze-varas». Segundo o dicionário, «Estar ou ver-se numa situação aflitiva eis como se decifra, na linguagem comum, esta expressão. Depreende-se dela que uma "camisa-de-onze-varas" deveria ser algo incómodo, perigoso, terrível». Em seguida, acrescenta o seguinte: «Chamava-se em tempos "pano de varas" a um tecido grosseiro, uma espécie de saragoça. Era dele que se faziam as vestes com que os condenados, por exemplo, no tempo da Inquisição, eram levados para o suplício (...). Por sua vez, a "vara" era uma medida de comprimento correspondente à yard inglesa, a jarda. Em Portugal, um tanto diferentemente de em Inglaterra, uma vara correspondia a 1,1 metros. A utilização do "onze" na expressão é feita como um indefinido, destinado a evidenciar o tamanho que a camisa teria e a dar-lhe maior peso no realce do martírio (de resto, em outras expressões populares é comum o uso de numerais indefinidos como o onze, o sete, etc.).»

samedi 1 février 2014

Telhado Tradicional - Terrenho Beira Alta


Na nossa região a maior parte dos telhados eram cobertos com esta telha, " canudo, bica, telha portuguesa", (não tenho a certeza do nome). eles vão sendo cada vez mais raros, é pena, porque os que são cobertos com as telhas modernas 'mais bonitas'   na maior parte dos casos tem que se mudar  poucos anos depois, como podemos ver este telhado já tem mais de cinquenta anos e apenas com as pedras que estão colocadas em toda a volta consegue resistir a tudo o que é temporal.

lundi 27 janvier 2014

Mercado tradicional de produtos locais em Trancoso

Os produtos do Terrenho também estão representados no stand da Leonor Bandarra.

dimanche 5 janvier 2014

O Ribeiro Do Cabeço

 E tão raro ve-lo assim.


Fotos: De João Ribeiro

vendredi 3 janvier 2014

Papas Laberças

Para 4 pessoas:
1 molho grande de nabiças ou couves
3 colheres de sapo de azeite
1 chávena de farinha de milho
Sal
Pimenta
Preparação:

Cortam-se as nabiças ,couves, muito fininhas como se fosse caldo verde e levam-se a cozer em água com sal, pimenta e metade da porção do azeite.
Desfaz-se a farinha num pouco de água fria e junta-se às couves quando estas já estiverem cozidas. Junta-se ainda o restante azeite e deixa-se cozer a farinha até engrossar, mexendo bem para não ganhar grumos. Estas papas comem-se como sopa e são mais ou menos espessas, segundo o gosto de cada um. A espessura depende da porção de farinha adicionada.

Servem-se acompanhadas com pão.


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Paisagens do Terrenho









samedi 14 décembre 2013

Vestígios do passado


Tem aspecto de Mós de moinho
Vestígios do passado

Moedas de um escudo e de cinquenta centavos 1927


Da minha colecção pessoal

A dona não o queria deixar sair do cortelho e ele mostrou-lhe como é que se fazia para sair.


lundi 18 novembre 2013

Magusto de S. Matinho - Terrenho 2013

E mais uma vez se manteve a tradição do magusto de São Martinho no adro! Obrigado aos que participaram.

Muitos gostariam de lá ter estado, mas a distancia não permite...E para esses, ficam as lembranças e as fotos dos "resistentes".


Obrigado a Marcia Andrade pela colaboração





 


samedi 9 novembre 2013

Família Aires Ferreira

                                                    Por volta de 1940

De Pé
Antonio Ferreira, Sra Josefa

e Alexandre A. Ferreira.
Sentado, Jorge ferreira

O Pirilampo ou Arancu do Terrenho

O Pirilampo, também conhecido como Arancu, (era este o nome que nos lhes dava-mos) , arencu, caga-fogo, caga-lume, lumieira......., é um insecto muito conhecido  pela emissão de luz que produz.
A parte iluminada, geralmente de cor verde florescente,  fica na parte inferior da região abdominal.
Estes insectos possuem, de acordo com a espécie, de 1 a 3 centímetros em média de comprimento.
Possuem uma coloração que vai do amarelo claro ao castanho escuro. Algumas espécies possuem faixas pretas no corpo.
Eles tem uma duração de vida que pode ir  de 1 a 3 anos.
Embora encontrados algumas vezes nas cidades  
Os lugares onde se encontram com mais facilidade é à beira dos caminhos húmidos, este foi encontrado na cozinha,  "um arancu domesticado"







mercredi 2 octobre 2013

Recodações do passado


Quem se lembra da taberna da Aldeia Nova ? Se já tinham esquecido, ou não conheceu, aqui tem uma foto para recordar como era noutros tempos


O Carlos , Eugénio e Jorge Ferreira na frente da taberna com uma sagres na mão

Fotos cedidas por: Jorge Ferreira, para ele, um muito obrigado.





samedi 14 septembre 2013

Hortas das " DADAS"

Se quer viajar até ao passado, venha visitar este cantinho do Terrenho que alguns corajosos, penso que é melhor dizer corajosas, continuam a conservar.









A Mina



Reparem que o estrume do manjerico, são cagalhões de burro










dimanche 1 septembre 2013

Sr. Armando- O Sapateiro do Terrenho

O sapateiro era um profissional que consertava calçado, fazendo alguns remendos, punha meias-solas, saltos, chegando a fazer sapatos, sandálias e botas por medida.
No Terrenho, eram dois: o Sr. Armando, com oficina no largo da Aldeia Nova, e o Sr. Alfredo,que  tinha oficina na casa onde morava no cabeço. 
Cada um deles tinha os seus clientes habituais, alguns vindos de terras vizinhas e até de mais longe.
O cenário das suas pequenas oficinas era o mesmo. A um canto, um molho de sapatos e botas à espera de concerto, com indicação do arranjo pretendido escrita a lápis sobre as solas. No outro, uma prateleira com as obras acabadas, à espera de quem as viesse levantar, e no outro, ainda, o Alguidar de demolhar a sola, cheio de uma aguadilha negra, de odor característico. A meio de uma das paredes, além da tradicional máquina de coser, havia a cadeirinha baixa onde se sentava o único ocupante do espaço à frente do qual uma banqueta, de tamanho reduzido, punha à disposição do mestre o essencial das suas ferramentas, com destaque para o martelo de peta larga, a turquês de pregar, a grosa, a faca afiada como um bisturi, as sovelas e os ferros de brunir. No chão, ao alcance da mão, a pedra de bater a sola, feita de um grosso calhau rolado, a forma de ferro de três posições e a caixa compartimentada, contendo os vários tipos de pregos usados no ofício.( O sr. Armando tinha sempre à mão as duas muletas que, para que o conheceu sabe que ele era coxo de uma perna. ) 
Ainda no chão, espalhados por todo o lado, acumulavam-se os pedaços de sola e cabedais rejeitados, restos de solas velhas e de tacões usados, outros desperdícios e pregos velhos e torcidos, inutilizados.

( E preciso dizer que o sr  Armando trabalhava a maior parte do tempo no balcãosito que ficava à entrada da sua casa, o lugar onde o vemos na foto era do outro lado da rua, isto antes de existir o que agora chamamos a avenida.)



Com a qualidade de uma foto daquela época podemos ver alem do Sr Armando sapateiro  o Jorge Ferreira, que fez o favor de ceder esta e muitas outras fotos que já foram publicadas no blog, para ele um muito obrigado em nome de todos os que gostam de recordar as coisas  nossa Terra.

Como podem ver atrás é o quinteiro do Pantéra e do meu avo José Joaquim. Mas tudo isto levou uma grande volta como todos nos sabemos.

lundi 26 août 2013

Rapazes do Terrenho na festa da Senhora da Saúde

                                                   Já Lá vão pelo menos 50 anos


De pé estão

1 José Manuel , 2 António Nascimento, 3 Jorge Carvalheira  4 Manuel do Nascimento,  5 Gonçalo Primo, 6 António Mateus.
( 7  ? Não sei quem é)

Sentados estão:

António Primo, 2 Eugénio, 3 Jorge Ferreira, 4 Ernesto Pereira
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De pé
1 ?( Não reconheço), 2 José Manuel, 3 Gonçalo Primo, 4 António Nascimento, 5  Luís Ribeiro, 6 Jorge Ferreira, 7 António Primo, 8 Manuel Do nascimento, 9 António Mateus

Na frente
1 Ilídio (Ferrador), 2 Eugénio, 3 Ernesto Pereira, 4 ? (Não reconheço), 5 Jorge Carvalheira


 Fotos cedidas por: Jorge Ferreira