mercredi 2 octobre 2013

Recodações do passado


Quem se lembra da taberna da Aldeia Nova ? Se já tinham esquecido, ou não conheceu, aqui tem uma foto para recordar como era noutros tempos


O Carlos , Eugénio e Jorge Ferreira na frente da taberna com uma sagres na mão

Fotos cedidas por: Jorge Ferreira, para ele, um muito obrigado.





samedi 14 septembre 2013

Hortas das " DADAS"

Se quer viajar até ao passado, venha visitar este cantinho do Terrenho que alguns corajosos, penso que é melhor dizer corajosas, continuam a conservar.









A Mina



Reparem que o estrume do manjerico, são cagalhões de burro










dimanche 1 septembre 2013

Sr. Armando- O Sapateiro do Terrenho

O sapateiro era um profissional que consertava calçado, fazendo alguns remendos, punha meias-solas, saltos, chegando a fazer sapatos, sandálias e botas por medida.
No Terrenho, eram dois: o Sr. Armando, com oficina no largo da Aldeia Nova, e o Sr. Alfredo,que  tinha oficina na casa onde morava no cabeço. 
Cada um deles tinha os seus clientes habituais, alguns vindos de terras vizinhas e até de mais longe.
O cenário das suas pequenas oficinas era o mesmo. A um canto, um molho de sapatos e botas à espera de concerto, com indicação do arranjo pretendido escrita a lápis sobre as solas. No outro, uma prateleira com as obras acabadas, à espera de quem as viesse levantar, e no outro, ainda, o Alguidar de demolhar a sola, cheio de uma aguadilha negra, de odor característico. A meio de uma das paredes, além da tradicional máquina de coser, havia a cadeirinha baixa onde se sentava o único ocupante do espaço à frente do qual uma banqueta, de tamanho reduzido, punha à disposição do mestre o essencial das suas ferramentas, com destaque para o martelo de peta larga, a turquês de pregar, a grosa, a faca afiada como um bisturi, as sovelas e os ferros de brunir. No chão, ao alcance da mão, a pedra de bater a sola, feita de um grosso calhau rolado, a forma de ferro de três posições e a caixa compartimentada, contendo os vários tipos de pregos usados no ofício.( O sr. Armando tinha sempre à mão as duas muletas que, para que o conheceu sabe que ele era coxo de uma perna. ) 
Ainda no chão, espalhados por todo o lado, acumulavam-se os pedaços de sola e cabedais rejeitados, restos de solas velhas e de tacões usados, outros desperdícios e pregos velhos e torcidos, inutilizados.

( E preciso dizer que o sr  Armando trabalhava a maior parte do tempo no balcãosito que ficava à entrada da sua casa, o lugar onde o vemos na foto era do outro lado da rua, isto antes de existir o que agora chamamos a avenida.)



Com a qualidade de uma foto daquela época podemos ver alem do Sr Armando sapateiro  o Jorge Ferreira, que fez o favor de ceder esta e muitas outras fotos que já foram publicadas no blog, para ele um muito obrigado em nome de todos os que gostam de recordar as coisas  nossa Terra.

Como podem ver atrás é o quinteiro do Pantéra e do meu avo José Joaquim. Mas tudo isto levou uma grande volta como todos nos sabemos.

lundi 26 août 2013

Rapazes do Terrenho na festa da Senhora da Saúde

                                                   Já Lá vão pelo menos 50 anos


De pé estão

1 José Manuel , 2 António Nascimento, 3 Jorge Carvalheira  4 Manuel do Nascimento,  5 Gonçalo Primo, 6 António Mateus.
( 7  ? Não sei quem é)

Sentados estão:

António Primo, 2 Eugénio, 3 Jorge Ferreira, 4 Ernesto Pereira
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De pé
1 ?( Não reconheço), 2 José Manuel, 3 Gonçalo Primo, 4 António Nascimento, 5  Luís Ribeiro, 6 Jorge Ferreira, 7 António Primo, 8 Manuel Do nascimento, 9 António Mateus

Na frente
1 Ilídio (Ferrador), 2 Eugénio, 3 Ernesto Pereira, 4 ? (Não reconheço), 5 Jorge Carvalheira


 Fotos cedidas por: Jorge Ferreira

samedi 29 juin 2013

Para recordar "1975 ?"

 Paisagens, perto da ponte de S. Sebastião  que na realidade não veremos mais.




Aqui o João ainda era um rapazinho novo
Foto tirada à entrada Ponte



A ponte

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                                                      Numa das açudas da regada


Aqui é o Zé que dá o seu mergulhinho

mardi 25 juin 2013

Vestigios do passado - Terrenho

E bem visível a data de 1630, algumas letras também são visíveis na parte superior da pedra, mas estão incompletas, o quer dizer que esta pedra já veio de outra construção



samedi 15 juin 2013

Distrito da Guarda perdeu 13 mil eleitores em quatro anos

  No final de 2012 havia no distrito da Guarda 169.065 eleitores contra 182.066 quatro anos antes
                                       

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Em quatro anos, o distrito da Guarda perdeu mais de 13 mil eleitores e na Cova da Beira a quebra foi de cerca de 4.200 votantes. O número de recenseados desceu em todos os concelhos da região, sendo Belmonte o menos afetado, enquanto a Covilhã, que mantém o atual número de vereadores no executivo por apenas 110 eleitores, é o que mais perdeu.

Os dados mais recentes do número de pessoas recenseadas estão disponíveis no site da Comissão Nacional de Eleições (CNE), tendo a última atualização sido feita a 31 de dezembro do ano passado. Há quatro anos, houve um “boom” de eleitores na região por força das alterações à lei do recenseamento que previa a inclusão de muitos emigrantes. No final de 2012 estavam inscritos no distrito da Guarda 169.065 eleitores, mas em dezembro de 2008 eram 182.066, o que significa um decréscimo de 13.001 potenciais votantes. Quanto à Cova da Beira, que inclui os concelhos de Belmonte, Covilhã e Fundão, passou de 90.150 recenseados em dezembro de 2008 para 85.938 no final do ano transato. A maior quebra em termos absolutos foi registada na Covilhã, que perdeu 2.337 eleitores em quatro anos e mantém os nove vereadores atuais apenas por 110 inscritos nos cadernos eleitorais, pois caso contasse menos de 50 mil eleitores o número de eleitos passaria a ser sete.
Entre os concelhos mais penalizados encontram-se também Seia (-1.999), Fundão (-1.853), Sabugal (-1.846), Pinhel (-1.478) e Gouveia (-1.218). Pelo contrário,os que menos eleitores perderam foram Belmonte (-22), Fornos de Algodres (-329), Manteigas (-372), Guarda (-453) e Figueira de Castelo Rodrigo (-578). Outro dado curioso é que, cruzando os números do recenseamento com dados dos Censos de 2011, constata-se que apenas cinco dos concelhos analisados têm mais população residente – critério que inclui habitantes desde os zero anos – do que eleitores. São eles a Guarda, com mais 2.512 habitantes do que recenseados, Covilhã (1.687), Belmonte (198), Figueira de Castelo Rodrigo (84) e Fundão (46). Ou seja, na maioria dos municípios, o número de eleitores (cidadãos com 18 ou mais anos) supera os respetivos moradores. Apesar da variação do número de recenseados, não haverá qualquer alteração na formação dos executivos nas 17 autarquias analisadas. Ainda assim, não é por muito que Pinhel (345) e Trancoso (565) vão manter os sete eleitos para a Câmara.
O nº 2 do artigo 57º da Lei nº 169/99, de 18 de setembro, estabelece que, «para além do presidente», a câmara municipal é composta por oito vereadores nos municípios com mais de 50 mil e menos de 100 mil eleitores; seis vereadores nas autarquias com mais de 10 mil e até 50 mil eleitores e, por último, quatro vereadores nas edilidades com 10 mil ou menos eleitores, situação em que se encontra a maioria das Câmaras da região. O secretário e coordenador dos serviços da CNE esclarece que o recenseamento eleitoral é «permanentemente atualizado» e o número de mandatos de cada órgão autárquico «será definido de acordo com os resultados do recenseamento eleitoral, publicados pelo Ministério da Administração Interna no “Diário da República” com a antecedência de 120 dias relativamente ao termo do mandato». Paulo Madeira adianta ainda que a atualização do recenseamento é suspensa no 60º dia anterior à eleição e até ao dia da mesma, «não podendo ser efetuadas novas inscrições ou transferências».


 
foto
Fonte: Jornal O interior
 
 

vendredi 7 juin 2013

Paisagens Do Val-do-Ferreiro ou Valferreiro Terrenho




Na encosta é o Terrenho








                                                                                                                                                                                           

Este lago (artificial) está numa propriedade privada," Quinta da Teja, ou quinta do Aranda", mas pode ser visto do exterior.

mercredi 29 mai 2013

«Ir (mandar) para o maneta

Qual a origem da expressão «ir para o maneta»?

[Resposta] «Ir para o maneta» ou, também, «mandar para o maneta» tem a seguinte origem, segundo escreve Orlando Neves, no seu Dicionário de Expressões Correntes (Notícias Editorial, Lisboa):
Loison / O Maneta
«Ao Senhor General de Divisão, Governador do Palácio de St. Cloud e Comandante da Segunda Divisão do Exército, de nome Loison, jamais terá passado pela cabeça que, quase dois séculos depois de ter estado [em Portugal], com o general de Junot, na primeira invasão francesa, a sua memória perduraria no povo português através de uma das mais populares expressões do nosso falar quotidiano: "mandar ou ir para o maneta", com o significado de "dar cabo de alguém ou de alguma coisa; destruir". É que o general Loison perdera um braço em anterior batalha e, enquanto esteve [em Portugal], revelou-se um homem de extrema ferocidade e malvadez, que exercia torturas violentas nos presos e foi responsável por várias mortes.

Thiébault, diz Raul Brandão, afirmou que Loison fora "um homem hábil, mau como um cão". Ficou na imaginação popular e correu em versos, de que ficam alguns exemplos:

"Entre os títeres generais
entrou um génio altivo
que ou era o Diabo vivo
ou tinha os mesmos sinais...

Aos alheios cabedais
lançava-se como seta,                             
namorava branca ou preta,
toda a idade lhe convinha.
Consigo três Emes tinha:
Manhoso, Mau e Maneta."

Ou estas duas quadras:

"Que generais é que devem
morrer ao som da trombeta?
Os três meninos da ordem:
Jinot, Laborde e Maneta.

O Jinot mai-lo Maneta
julgam Portugal já seu:
É do demo que os carregue
e também a quem lho deu."»

A expressão ir para o maneta vem igualmente registada no Dicionário de Expressões Populares Portuguesas, de Guilherme Augusto Simões [que lhe dá o significado de «escangalhar-se, estragar-se; perder-se (no sentido de não ter recuperação)»], e em Novos Dicionários de Expressões Idiomáticas, de António Nogueira Santos («desaparecer; acabar-se; avariar-se; morrer»).
Já Aquilino Ribeiro preferiu atestar a variante mandar para o maneta, como vem no seu Dicionário do Calão: «dar cabo de alguém ou escangalhar alguma coisa.»
Eduardo Nobre (in Novo Calão Português) também optou por mandar para o maneta: «escangalhar qualquer coisa.»

dimanche 19 mai 2013

Provérbios Populares

Zangam-se as comadres, descobrem-se as verdades

dimanche 12 mai 2013

Mapa de Portugal Insular e Ultramarino

Este gardei-o como recordação desses Tempos



Quem não se recorda dos antigos mapas de parede que existiam nas nossas escolas primárias, tanto o de Portugal como o dos arquipélagos da Madeira e Açores e ainda de todas as províncias ultramarinas, como Cabo Verde, S. Tomé e Príncipe, Guiné-Bissau, Angola, Moçambique, Índia Portuguesa (Goa, Damão e Diu) e finalmente o longínquo Timor?
Quantos de nós nessa altura não fomos chamados ao quadro 'Mapa' para indicar cidades, capitais, províncias, rios, serras e caminhos de ferro? É certo que à conta de tanta disciplina e método, nessa altura aprendia-se mesmo, pelo que a História e Geografia tinham que estar na ponta da língua, ou seja, de cor-e-salteado, mas por vezes lá surgia a confusão: O rio Limpopo seria de Angola ou Moçambique? E o rio Cunene? E o Kuanza?

Aqui podem ver moedas dessa época, que fazem parte da minha colecção





vendredi 10 mai 2013

Sopas de vinho ou de cavalo cansado

Existem alturas em que as pessoas se sentem cansadas e um pouco em baixa de forma.Existem vitaminas à venda no mercado que podem resolver o problema, mas pode também fazer umas sopas de vinho, muito utilizada noutros tempos e que são excelentes para esse efeito.
Basta ter:




Pão ou Broa
açúcar
vinho tinto



Depois de ter esse ingredientes, deite numa malga uma mão cheia de Pão ou broa em pequenas fatias, vinho tinto ate cobrir o Pão e açúcar a gosto. São chamada pelo povo sopas de “cavalo cansado”. E uma óptima sopa para recuperar energias.
Experimente e vai ver que dá força.

"Um conselho depois de tomar esta vitamina deite-se no sofá."


 Existe uma antiga cantiga, anterior aos Pimbas, que diz assim 



Sopas de vinho não embebedam 
Se não há vento nem chuva 
Se as botas não escorregam 
Que diabo é que me empurra?

jeudi 9 mai 2013

Lagostins




E frequente vê-los perto ou dentro da água na Barragem do Terrenho.

Mas  tem cara de poucos amigos,até parece que nos mostram os dentes.

samedi 4 mai 2013

Passeio pela serra do Terrenho 08 2012





Clic para ver o inteneràrio

              

jeudi 25 avril 2013

Caminho Antigo 'Levada' Terrenho

Até parece que ainda estamos noutra época, nada mudou, ainda bem que é assim

















lundi 22 avril 2013

Provérbios populares

A pressa é inimiga da perfeição

samedi 13 avril 2013

Lagar Antigo


Mais um, este fica na do pisco, perto da pia da Moura.


Podemos ver que tanto aqui como à volta da Pia da Moura houve voluntários que fizeram uma grande limpeza para que estes lugares sejam mais acessíveis, prova que há  cada vez mais pessoas a interessar-se pelo nosso património.

Foto de:  João A.

Terrenho, a Paisagem antes e depois da barragem

                                                           Para recordar

 A qualidade das fotos antigas não é a melhor, mas foram tiradas com os meios da época

1981








1981



1975 ? E certo que foi no mês de Julho, porque há rolheiros na eira da varela