Com uma repenicadela, dada pelo ZE, a pedido do sr. Avelino, isto por volta das quatro horas, a festa começou. *******************************************************
dimanche 29 août 2010
dimanche 22 août 2010
FRANCELA
samedi 21 août 2010
Obras no tanque do adro
vendredi 20 août 2010
FERIAS AGOSTO 2010
mercredi 11 août 2010
Capela de Stº Amaro restaurada
Obrigado a todos os que trabalharam e contribuíram na realização da obra e no convívio proporcionado.
A.C.
dimanche 1 août 2010
Exposição de artesanato
Foi organizada uma exposição/venda de artesanato no edifício da Junta de Freguesia.
Aproveitem a ida ao Terrenho para a visitar, temos de dar valor a todos os eventos que possam contribuir para o desenvolvimento da nossa Terra, e a quem nela ainda trabalha e a tenta fazer prosperar.
Têm para isso ainda os dias 1, 8, 15, 22 e 29 de Agosto
Um abraço e parabéns pela iniciativa.
A.C.
A.C.
lundi 5 juillet 2010
MELHORAMENTOS
vendredi 25 juin 2010
Palhoça do PASTOR
Trajo regional da beira alta,utilizado até ao principio dos anos 60, pelo menos na nossa terra. Ainda me lembro de ver pastores com este trajo. Os últimos a utilizá-la foram, o Luís e o Abel do ( ZÉ da Luísa) depois tudo isto desapareceu, as capas claro, os pastores esses ainda existem,. A cabana de pastor que aqui temos na foto, já fazia parte da colecção do blogue ,mas ela pertence à mesma época. 

A Palhoça compunha-se de várias peças , como aqui descrevemos já a seguir:
Capa de palha de junco entrançada, com amplo cabeção e saia; aberturas laterais para deixar passar os braços, frentes ajustadas com cordões feitos da mesma fibra. Polainitos da mesma palha, envolvendo as pernas a partir dos joelhos e atados com cordões no lado de dentro das pernas.
Capa de palha de junco entrançada, com amplo cabeção e saia; aberturas laterais para deixar passar os braços, frentes ajustadas com cordões feitos da mesma fibra. Polainitos da mesma palha, envolvendo as pernas a partir dos joelhos e atados com cordões no lado de dentro das pernas.
Por ser uma capa, feita e usada em diferentes zonas do país, é conhecida com várias designações,todavia a sua forma permanece constante, sendo constituída por cabeção e saia. Após o devido tratamento, as fibras do centeio e do junco são entrançadas em sucessivas carreiras de modo a obter a forma e as dimensões desejadas. Depois de terminada, a palhoça é penteada com pente de ferro, para desemaranhar e abrir as fibras, conseguindo-se assim uma maior eficácia na protecção da chuva.
Esta capa é considerada, pelo seu modo de confecção, a peça de indumentária mais antiga no nosso país, remontando a sua origem ao período da proto-história.
Fonte: Foto e parte do texto,Trajes Tradicionais
lundi 14 juin 2010
O FORNO DO TANQUE RESTAURADO
Aqui temos a prova que, "do velho podemos fazer novo". Sem servir há vários anos, foi agora restaurado e já está pronto para voltar a cozer pão.Pode ser que no mês de Agosto (se não for antes) se encontrem voluntários para cozer uma fornada, com bôla e tudo. Noutros tempos não havia mãos a medir, era de manhã cedo até à noite , estava sempre ocupado.
Havia quase sempre um ramalho espetado ao lado da porta, para as pessoas saberem que o forno ia ser utilizado e também para marcar a vez, normalmente as pessoas respeitavam" a vez"só havia uma que morava lá para a rua de Baixo, que gostava de passar à frente dos outros e isso dava direito a algumas zaragatas. Neste forno podiam cozer o pão de várias pessoas ao mesmo tempo , mas para isso o pão tinha que ter uma marca, para depois o conhecerem quando estivesse cozido, uns era com o dedo, fazia-se um buraco no centro , um belisco, Uma palha , uma caruma.... o problema é que as vezes com o calor a palha ardia.
Já a seguir temos em primeiro, uma foto tirada em 1950 ?,e em segundo uma tirada antes de ser restaurado.
******************************************************************************** Fotos de: Virginia C., Jorge C. e Delfim M.
Havia quase sempre um ramalho espetado ao lado da porta, para as pessoas saberem que o forno ia ser utilizado e também para marcar a vez, normalmente as pessoas respeitavam" a vez"só havia uma que morava lá para a rua de Baixo, que gostava de passar à frente dos outros e isso dava direito a algumas zaragatas. Neste forno podiam cozer o pão de várias pessoas ao mesmo tempo , mas para isso o pão tinha que ter uma marca, para depois o conhecerem quando estivesse cozido, uns era com o dedo, fazia-se um buraco no centro , um belisco, Uma palha , uma caruma.... o problema é que as vezes com o calor a palha ardia.
Já a seguir temos em primeiro, uma foto tirada em 1950 ?,e em segundo uma tirada antes de ser restaurado.

******************************************************************************** Fotos de: Virginia C., Jorge C. e Delfim M.
mardi 1 juin 2010
MINAS DE SEBADELHE
Nos anos 1940/ 1954? Eles eram 20, 30 ou talvez mais a subir a e descer a serra, com o farnel às costas, do Terrenho até Sebadelhe, uns de manhã, outros à noite. É que naquele tempo também já se trabalhava por turnos e para os que passavam na serra de noite, o gasómetro que aqui vemos na foto 3, era indispensável. O gasómetro é constituído por um reservatório com duas zonas, onde é colocado separadamente o carbureto e a água. A mistura destes dois elementos produz o gás, que é conduzido por um tubo ou mangueira, até ao queimador, que se encontra na parte da frente do gasómetro, este queimador tem normalmente associado um isqueiro piezo-electrico, que permite inflamar o acetileno, gerando assim a luz. De toda esta gente que ali trabalhou só já temos dois, espero por muito tempo. Este local foi abandonado durante muitos anos, mas agora como podem ver está preparado para receber o publico e pode-se ir de carro até lá. Um passeio que vale a pena, não só pela paisagem, como podem ver "em clicando nas fotos", mas também para recordar um pouco o lugar onde os nossos antepassados andaram vários anos a dar cabo do corpo. O minério que ali se extraia era o urânio, que naquela altura, em tempo de guerra, devia ser muito procurado.


mardi 25 mai 2010
lundi 10 mai 2010
DIACOVA TERRENHO
Este lugar foi em tempos de muita passagem sobretudo quando havia lá em cima à direita o barbeiro Marcilio que com 15 tostões cortava o cabelo e 25 barba e cabelo, depois ele decidiu mudar lá para os lados do adro, para a casa que hoje é a casa da junta de freguesia,a senhora Dolorosa (Delarosa como a gente lhe chamava) morreu e aquilo começou a despovoar-se até chegar a este estado.
dimanche 9 mai 2010
Nova Imagem
Alterámos a imagem do blogue, já a algum tempo que tínhamos vontade de o fazer, mas o tempo era pouco.
Hoje decidimos fazê-lo, esperamos que gostem.
Um abraço a todos
António Carlos
Hoje decidimos fazê-lo, esperamos que gostem.
Um abraço a todos
António Carlos
dimanche 2 mai 2010
ANTONIO DE CAMPOS ABADE DE TERRENHO
António de campos, foi abade de Terrenho,"por volta dos anos 1600" arcipreste de Trancoso,abade de São Cipriano e cónego da Sé de Viseu.
Era filho de Helena de Campos, que segundo diz a historia era descendente de D. Afonso Henriques.
Se António de Campos foi abade de Terrenho e como não havia abade sem abadia podemos pensar que os terrenos com o nome de abadia e que agora estão cobertos pela barragem, eram propriedade desse senhor abade,' uma suposição'
.....................................................
Desenho de: P.M.
samedi 24 avril 2010
LIVRO DE LEITURA DA PRIMEIRA CLASSE 1954
mardi 13 avril 2010
Passagem " Dos Clássicos " Pelo Terrenho
vendredi 9 avril 2010
LAGES TERRENHO
mardi 30 mars 2010
O Terrenho e a Historia de Portugal ( 1384)
A Batalha de Trancoso
João Fernandes Pacheco era guarda-mor de D. João I, senhor de Ferreira de Aves e tinha o mordomado de Celorico. Na altura da Batalha de Trancoso, seu pai, Diogo Lopes Pacheco, era também um grande nobre da Beira, sendo senhor de Carapito, de Terrenho, do Codeceiro do Porto da Carne, de Azares, de Moreiras do Baraçal e de Vide. Era natural que seu filho, João Fernandes Pacheco administrasse já parte deste património por ocasião da Batalha. Egas Coelho era senhor de Linhares em 1384, e de Folgosinho. Mais tarde seria nomeado mestre-sala de D. João I. Vale também a pena referir que Gonçalo Vasques Coutinho era um personagem que se preocupava com o Reino de Portugal, mas também com os seus interesses. Em finais de 1383, quando D. Juan I de Castela invade Portugal, passando pela Guarda, Gonçalo Vasques da Cunha não lhe presta homenagem, preferindo ver primeiro quem irá ganhar a contenda, para depois tomar a sua decisão. Em finais de 1384 acede aos pedidos dos habitantes do Porto para atacar o Castelo da Feira, que nessa altura estava por Castela. Ataca e conquista este castelo. Mais tarde, nas cortes de Coimbra, de Março e Abril de 1385, que haveriam de coroar D. João I como Rei de Portugal, Gonçalo Vasques Coutinho defende D. João, Mestre de Avis para Rei de Portugal. Em Trancoso aceita finalmente combater os castelhanos com os seus homens, desde que seja ele a chefiar as forças portuguesas, o que na verdade, e por direito, caberia a Martim Vasques da Cunha. Mais tarde e apesar dos insistentes pedidos de D. João I, não participa na Batalha de Aljubarrota. Não apoia então também o rei de Castela
samedi 20 mars 2010
jeudi 11 mars 2010
Antonio e M.Augusta Cardoso
A noiva alguns anos antes, em dia de primeira comunhão.
Fotos cedidas por: M. Augusta

dimanche 28 février 2010
IMAGENS DA RIBEIRA---- Sàbado 27/02/10
lundi 22 février 2010
Capela dos Condes de Avilez 1967
A cerimonia devia ser mesmo importante, porque o sr. conde, não era todos os dias que descia à capela, alguns de vos ainda se devem lembrar, ele assistia à missa pela janela que dava de uma das salas directamente para a capela. Como podem ver havia também os acólitos, Francisco, José H, José Manuel,"com o cabrito nos braços para oferecer ao sr. Bispo",Delfim M., Ilídio T., Luís A., Carlos A., José Carlos e o ultimo que não sei quem é . Estavam também , António S. Maria, Luís C., Sr Conde, Jaime M., Padre Manuel, bispo da Guarda, sr. Diamantino e o Carlos do sr Manuel Ferreira.
lundi 15 février 2010
LAVADOIRO DO CABEÇO
samedi 6 février 2010
FONTE DA ALDEIA NOVA
Não há viv´alma...está tudo calmo, só de vez em quando, um ou outro que não gosta da cerveja do café lá vem beber uma pinguita de água. Ou então o macho do sr. Emídio,que é um dos clientes habituais, se não o único.
Mas o que me dá cabo da cabeça é aquele letreiro "AGUA NÃO VIGIADA", "Raios parta ", se a água do Terrenho tem assim tantos defeitos por que é que ela é tão cobiçada?
A água que sai desta fonte e da fonte do adro vai depois para o ribeiro, (foto2) passa no meio de plástico, roupa e outras coisas que aqui não digo, chega à barragem e depois de receber alguns quilos de produtos químicos fica "pura" e pode ser vendida a um bom preço!
Nós sabemos o que nos aconteceu com a água do tornadoiro, é nossa e temos que a pagar. E esses produtos se são assim tão bons para purificar a água fazem desaparecer tudo o que existia dentro da água,depois da barragem,( isto foi o que eu vi, se este problema já foi solucionado, peço desculpa) será porque a água é pura demais? Mas as melgas estão como querem no meio de tudo isto porque as rãs e os peixes já la não estão para as comerem.Se forem dar uma volta lá para aqueles lados nos meses de Verão vão sair de lá com algum sangue a menos, eu já fiz a experiência...






